domingo, 3 de junho de 2012

Vinagre de Sidra com Salicórnia da Casa do Sal. Garrafas de 250 ml


Este vinagre resulta de uma  parceria entre a Casa do Sal e a Quinta do Espinho, situada na Barriosa, Freguesia de Vide, Concelho de Seia.

Este Vinagre de Sidra com Salicórnia pode ser usado para tempero de qualquer tipo de salada assim como muitos outros pratos: ovos estrelados (quando estão a estrelar), peixe cozido, legumes cozidos ou grelhados, marisco, esparregado, etc

Quando acabar o vinagre, retire o doseador de plástico e utilize a salicórnia migando-a. Fica ótima por cima de tomate maduro em especial tomate cereja.

Envie as suas sugestões e impressões para casadosal@gmail.com

(veja também  Manteiga sem sal com Salicórnia Fresca da Casa do Sal)

sexta-feira, 1 de junho de 2012

1º Encontro Nacional - Aldeias Sustentáveis e Activas - Projecto ASAS






Finalidade:
O projecto tem como finalidade a valorização da intervenção em aldeias isoladas ou em risco de despovoamento, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida para os seus e suas habitantes, através da revitalização económica e social dos territórios, com base numa estratégia integrada de diversificação da economia e do emprego local e da valorização dos recursos endógenos, assentes em lógicas de participação comunitária e cooperação interterritorial que permitam a definição de estratégias para a sua revitalização.
Objetivos Gerais:
Promover o desenvolvimento local dos territórios;
Promover a revitalização das aldeias isoladas em risco de desertificação;
Fomentar a valorização dos recursos endógenos;
Promover o know-how e a qualificação dos agentes locais.
Objetivos Específicos:
Dotar os agentes de desenvolvimento rural e local de instrumentos programáticos para apoiarem a revitalização de aldeias em situação de abandono;
Articular os diversos Programas de Aldeia que funcionam a nível nacional numa plataforma comum de gestão do conhecimento e em torno de dispositivos de cooperação comuns;
Enriquecer o conceito de Programa Integrado de aldeia através da valorização do Capital de Aldeia, que assenta na participação qualificada das populações e em formas específicas de auto-organização;
Fornecer aos actores do desenvolvimento rural e local estratégias, metodologias, técnicas e instrumentos para apoiar intervenções integradas em pequenos aglomerados rurais;
Desenhar novas modalidades de intervenção económica e social que sejam adequados e coerentes no combate ao despovoamento dos territórios em perda demográfica.
Resultados Esperados: 1) Fórum Nacional de Aldeias Sustentáveis e Ativas, alicerçado em reuniões descentralizadas, com vista à produção de um Programa Mínimo de Revitalização de Aldeia;
2) Comunidade de Prática “Aldeias Sustentáveis e Ativas”, organizada em grupos de reflexão temáticos;
3) Intercâmbios Entre Aldeias, com partilha de interesses e momentos de encontros/visitas de qualificação entre aldeias;
4) Ação-piloto “Aldeias em rede no combate à desertificação”, com grupos de trabalho e sessões temáticas, envolvendo facilitadores/as de aldeia e com vista à redação de um relatório de factores críticos de sucesso/insucesso e boas práticas;
5) Guia de boas práticas de revitalização de aldeias divulgado em ações públicas.
Metodologia: O projecto dá prioridade aos contatos presenciais com os agentes de desenvolvimento rural e local para levantamento de experiências de Aldeias Sustentáveis e Ativas, permitindo desenhar, a partir do terreno, propostas concertadas num Programa Mínimo de Revitalização de Aldeia que contribua para a definição de políticas públicas que estimulem a promoção de aldeias sustentáveis. A constituição de uma Comunidade de Prática de âmbito nacional participada ativamente por todos os stakeholders permitirá aplicar instrumentos de sistematização da problemática e da realidade observada, com clara ligação aos territórios e aos contextos locais. Por outro lado, a criação da ação piloto “Aldeias em rede no combate à desertificação” e do Intercâmbio entre Aldeias, baseada em troca de boas práticas, ações de interação interterritorial e redes colaborativas, permitirá de forma mais clara e também a nível micro identificar os mecanismos responsáveis pela mudança.