domingo, 25 de dezembro de 2011

Loja Rurbano, em Penela também vende os Sais, Queijos e Azeitonas Casa do Sal da Figueira da Foz



Situada mesmo à entrada de Penela, esta loja, além dos sais da Casa do Sal da Figueira da Foz, também vende muito outro artesanato alimentar.
O Queijo Tradicional do Rabaçal com tempero Casa do Sal também está presente na Loja Rurbano

sábado, 26 de novembro de 2011

O que são as Redes Colaborativas de Produção Local?


É uma maneira de produtores locais colaborarem entre si para melhorarem os seus negócios

Como podem colaborar entre si?

Valorizando a sua produção

Um(a) produtor(a) pode integrar nos seus produtos materiais de outros(as) produtores(as) da sua região

Exemplos
  • Um(a) produtor(a) de mel pode colaborar com um(a) produtor(a) de aguardente e criarem um licor ou aguardente de mel
  • Um(a) produtor(a) de fruta pode colaborar com um produtor de compotas
  • Um(a) produtor(a) de compotas, aguardentes, mel, etc pode colaborar com um artesão de cestaria, olaria, madeira, tecidos, etc e fazerem nova embalagens
  • Um(a) artesão, ou artesã, cestaria, olaria, madeira, tecidos, etc podem colaborar com outros (as) artesãos e artesãs na criação e confeção de embalagens e recordações da sua região, de casas de turismo, quintas, etc
  • Os(as) produtores(as) podem criar cabazes da sua região como s produtos de cada um(a)
  • Um(a) produtor(a) de serviços como por exemplo técnicos(as) informática, marketing, vendas, contabilidade, design, etc podem colaborar com estas Redes criando mais valor para bens e serviços.
Divulgar e vender
  • Os artesãos e as artesãs podem divulgar e vender nos seus locais de produção ou venda os produtos dos outros artesãos e artesãs
  • Os hotéis, casas de turismo e restaurantes e comércio podem divulgar e vender os produtos dos artesãos e artesãs da região
  • Os artesãos e artesãs locais podem colaborar entre si para participarem em feiras
  • Os artesãos e artesãs locais podem colaborar entre si na distribuição dos seus produtos noutras regiões
  • Os artesãos e artesãs locais podem colaborar entre si na divulgação dos seus produtos na Internet


Como podem as autarquias e as Associações de Desenvolvimento Local e outras, apoiar as Redes Colaborativas de Produção Local

  • Organizando feiras para venda dos produtos locais. Exemplos: Feiras de Agricultura Familiar, Feiras de Artesanato, Feiras de Natal, espaços nos mercados locais
  • Disponibilizar espaços nas festividades locais para venda de produtos locais
  • Dar preferência aos produtos locais nas suas compras. Exemplo: abastecimento de cantinas, material para ofertas, decoração com artistas e artesãos locais
  • Criando, nos seus postos de turismo espaços para venda dos produtos locais
  • Criando nos seus sites institucionais páginas de divulgação das produções locais
  • Levando sempre para os seus stands produtores e produtoras e produtos locais
  • Simplificar e diminuir os custos de todos os procedimentos relativos a estes negócios locais
  • Estar disponível para fazer a mediação entre os produtores locais e os outros organismos da administração pública
  • Divulgar as produções locais nos seus boletins e newsletter
  • Isentar de taxas as produções locais, especialmente quando estas não se traduzem em custos para as autarquias Exemplos: publicidade nas viaturas, esplanadas, publicidade nos estabelecimentos comerciais, artesanais e industriais
  • Informar os produtores locais sobre oportunidades de negócios, incentivos e concursos
  • Organizar ações de formação e informação
  • Etc

Quem e como pode iniciar uma Rede Colaborativa de Produção Local?

Um produtor, ou produtora local

Como?

Esse produtor(a) terá que desejar melhorar o seu negócio criando mais valor para a sua produção.

Quais os passos?

  • “Olhar à sua volta” e ver que produtores locais poderão valorizar a sua produção.
  • Criar um produtos que integre 1 ou mais produtores(as)
  • Testar o novo produto
  • Fazer contas aos custos e calcular o preço final
  • Pensar onde e como, vai vender esse novo produto
  • Então, pode começar a produzir

Quando a iniciativa é de uma Autarquia , Associação de Desenvolvimento Local, Cooperativa ou Associação de Artesãos, ou outra entidade

Quais os passos?

  • Definir quais os estímulos para a a dinamização do trabalho em rede.
  • Organizar uma sessão com produtores(as) locais para prestar informação sobre o que são as Redes Colaborativas de Produção Local e os estímulos disponíveis
  • Identificar os produtores(as) locais interessados(as) em trabalhar na Rede Colaborativa de Produção Local
  • Fazer o acompanhamento dos produtores(as) locais nos passos necessários para a criação dos produtos
  • Dinamizar a interacção entre os produtores (as)locais, nomeadamente através de algumas ações atrás referidas.

Resultados das Redes Colaborativas

  • Crescimento das vendas das produções locais
  • Criação de novos produtos
  • Criação de uma densidade e variedade de produtos locais ligados à cultura do local/região
  • Produtores(as) locais mais animados em relação às suas produções e ao seu local
Como surgiram estas Redes Colaborativas de Produção Local?

São resultado da experiência da “Casa do Sal da Figueira da Foz”.
Para criar mais valor para o sal “olhei à minha volta” e tentei ver que produções poderiam articular-se com o sal.
Então, descobri as Plantas Aromáticas da Ti Preciosa de Penacova, o Queijo de Ovelha e Cabra do Delmino do Rabaçal, as Azeitonas da Qtª da Ribeira de Lodões de Vila Flor, Trás-os-Montes, a Olga Cavaleiro de Tentúgal da Pastelaria “O Afonso”, etc, etc.
E com estes produtores fui criando produtos novos, com outros fomos distribuindo em conjunto e participando em eventos.
Este espírito da Rede Colaborativa de Produção Local vai, pouco a pouco, tomando os diversos nós da Rede. Hoje outros produtores já vêm as vantagens de colaborarem entre si para que os seus negócios corram melhor.

José João Rodrigues
(Casa do Sal)

Ver diagrama das Redes Colaborativas de Produção Local: clicar

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

I Feira Gastronómica do Chícharo | Coimbra | Fotos

Da esquerda para a direita: Humberto Marques, Presidente da Associação "Formiga Rabina"; José João, promotor da Casa do sal da Figueira da Foz; João Paulo Barbosa de Melo, Presidente da Câmara de Coimbra
Presidente a Câmara de Coimbra a provar o Queijo de Ovelha e Cabra banhado em tempero da Casa do Sal da Figueira da Foz: flor de sal, azeite do Rabaçal, alho,oregãos, alecrim, orégãos e piripiri.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2011 | FIGUEIRA DA FOZ : PATRIMÓNIO E PAISAGEM URBANA | 23 a 25 de Setembro

As Jornadas contam com a colaboração do Conservatório de Música David de Sousa , cujos professores e alunos interpretarão, ao longo das noites de 6ªfeira, sábado e domingo, respectivamente nos Paços do Concelho, Casa do Paço e Igreja de Santo António, obras de compositores como Mozart, Bach, Beethoven, Strauss, David de Sousa , Henry Mancini ou Stanley Clarke. Sábado à noite, no interior do Forte de Santa Catarina, a Associação Recreativa Tubo d’Ensaio participará nas Jornadas com uma projeção de fotografias cedidas pelo Arquivo Fotográfico Municipal e alusivas ao património figueirense, antigo e actual. A apresentação será acompanhada por música instrumental de Carlos Paredes e Bernardo Sasseti, entre outros. Em complemento, serão lidos poemas alusivos à Figueira da Foz.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Salicornia - Use of the Halophyte Salicornia bigeloviias a Nutrient Removal Tool and Source of Valuable Byproducts


Tzachi M. Samocha & Brandon C. Klim

Funding provided by the Texas Department of Agriculture - Texas/Israel Exchange Grant Program is being used to evaluate the nutrient removal capacity of the halophyte Salicornia.  Also known as glasswort, pickleweed, and marsh samphire, Salicornia thrives under high salinity conditions.  Salicornia is an ideal candidate for use in constructed wetlands, in conjunction with shrimp farming operations, as a nutrient recovery tool. The seeds from Salicornia contain up to 30% vegetable oil which can be used for production of biofuel as well as for human consumption. The left over seed meal is high in protein (~ 30%), which can be used to supplement aquaculture and agricultural feeds. Biomass from the plant has the potential to produce a number of useful resources including; sustainable building materials, paper pulp, and cellulosic ethanol.
Unlike other saltwater plants, Salicornia accumulates salt in its tissue. This characteristic could be exploited to serve as a pioneer crop to remediate soils affected by high salinity, saltwater intrusion, or contamination from industrial wastewater. Salicornia can also be cultivated in arid coastal regions around the world that are not currently utilized for agricultural production.

Over the past three years, the AgriLife Research Mariculture Lab at Flour Bluff has characterized the nutrient removal capacity of Salicornia from shrimp culture effluent as well as evaluated seed, biomass, and oil production. Specific investigations that are currently underway include:
  • Compositional analysis of the vegetable oil and compatibility for use in production of biofuels.
  • Application of Salicornia in a constructed wetland for large scale nutrient recovery of shrimp mariculture effluent.
  • Evaluation of the digestibility of Salicornia seed meal and biomass in shrimp and cattle.
  • Selection for enhanced growth, seed production and resistance to insects in 5 unique Salicornia ecotypes native to Texas.
Development of Salicornia as a value-added crop has the potential to enhance the environmental sustainability of shrimp farming while increasing revenue through utilization of its valuable by-products. Future development of this 'new' crop may provide a sustainable source of oilseed that utilizes the planet’s abundant saltwater resources and enhance the sustainability of the shrimp farming industry by reducing nutrient pollution.

Planted Rows 12 weeksSingle PlantHydroponic System (2009)Processing Seed PodsPilot: Horizontal sub-surface flow constructed wetland (2010)
Planted Rows (2009)Hydroponic System (2009)Processing Seed Pods (2009)Final Seed - 53.3 g/m2 at 4 plants/m2 (2009)Horizontal sub-surface flow (HSSF) constructed Wetland (2010)
AgriLife Research Mariculture Lab.
4301 Waldron Rd.
Corpus Christi, TX 78418
361-937-2268

Termas de S, Pedro do Sul: "Sabores da Serra", em frente ao INATEL, também vende os sais da Casa do Sal da Figueira da Foz

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Aveiro recria tempos antigos no fim da época

Mercadinho do Botânico de Coimbra: Manhã do próximo sábado (17 Setembro 2011)

 
Fornos solares no Mercadinho do Botânico

Manhã de amanhã,  sábado (17 Setembro 2011)

9h-13h
Exposição e conversas sobre fornos solares,
Cocção em forno solar se “São Pedro ajudar”

11h-13h
Degustação “solar” (ex: pão com molho de azeite, bolo “alfarrobado”, etc)

  

Fornos solares
Face ao exponencial aumento de consumos de energia derivado da queima de combustíveis fósseis e aos problemas ambientais locais e globais associados urge que a actividade de exploração nas unidades fabris e a vida quotidiana de cada ser humano se paute por práticas de boa eficiência na utilização dos recursos naturais, incluindo os energéticos, de modo a manter boas condições de equilíbrio na natureza.

Os fornos solares conhecidos há muitas décadas, mas utilizadas por um número restrito de pessoas, assumem-se como um pilar que urge dar importância através da demonstração efectiva do seu potencial de utilização em vários contextos: nas nossas casas, em cantinas, em restaurantes, em piqueniques, etc

Casa do Sal participa na XI Conferência Ibero-americana e III Encontro Latinoamérica-Europa de Educação em Enfermagem | Coimbra ! Portugal | Setembro de 2011

Para aceder ao site da 
XI Conferência Ibero-americana e III Encontro Latinoamérica-Europa de Educação em Enfermagem
clique aqui

 

Salina da Casa do Sal da Figueira da Foz | Foto de Lurdes Mateus

"Iate Bar" - Bar e Restaurante, na Figueira da Foz vende os sais da Casa do Sal

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Encontro de Produtores e outros Profissionais da fileira das Plantas Aromáticas e Medicinais | Moura, 10 de Setembro de 2011

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Convite
Encontro de Produtores e outros Profissionais
da fileira das Plantas Aromáticas e Medicinais
Construir rede(s) de conhecimento e cooperação

Moura, 10 de Setembro de 2011

A ADCMoura e a Câmara Municipal de Moura têm o prazer de o(a) convidar a participar num Encontro de Produtores e outros Profissionais da fileira das Plantas Aromáticas e Medicinais, a ter lugar no dia 10 de Setembro, sábado, a partir das 10 horas, no espaço das Feiras, em Moura, durante a XXXI Feira de Artesanato/ II Mostra de Aromas e Sabores. Mais informação

Como em momentos anteriores, pretende-se com este Encontro informal, inscrito nas actividades do Projecto MEDISS – MEDiterranée Innovation Senteurs Saveurs (Programa MED, co-financiamento FEDER), contribuir para o inter-conhecimento dos actores da fileira, a partilha de informação e projectos e a consolidação de dinâmicas colaborativas que favoreçam o desenvolvimento sustentado do sector no nosso país.

De novo, o programa da jornada, a prolongar até às 16 horas, encontra-se aberto à inclusão de temas e comunicações que queira propor-nos (prazo: 1 de Setembro). A ADCMoura apresentará os mais recentes resultados do referido projecto MEDISS, com destaque para o Encontro de produtores e visitas técnicas na região de Piemonte, decorridos entre 23 e 26 de Junho do corrente ano.

Reiteramos igualmente o pedido de que traga produtos, materiais informativos ou outros, para mostra e partilha com os demais participantes. Se o desejar, os mesmos poderão depois ser expostos no stand da ADCMoura, na Mostra de Aromas e Sabores, para divulgação junto de um público mais geral, sendo devolvidos por correio após a conclusão do evento.

Agradecemos inscrição, através de formulário online Clique aqui até ao dia 8 de Setembro. E, por favor, não hesite em contactar-nos, na necessidade de quaisquer esclarecimentos adicionais, pelos meios indicados em baixo.

Grata pela atenção, despeço-me, com os melhores cumprimentos, em nome da ADCMoura,

Clara Lourenço
ADCMoura - Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Moura
Tv. Misericórdia, 4, 1º, 7860-072 MOURA - PORTUGAL
T +351 285254931 | F +351 285253160 | adcmoura@adcmoura.pt | www.adcmoura.pt
clara.lourenco@adcmoura.pt | Skype ID: clara.adcmoura

domingo, 4 de setembro de 2011

Uma nova criação da Casa do Sal: Sal para Saladas com hortelã mourisca, orégãos e alho


No Mês de Agosto acabámos de criar o Sal para Saladas e outros temperos. 
Ao Sal Tradicional da Casa do Sal da Figueira da Foz adicionámos Orégãos, Hortelã Mourisca e um pouco de Alho.
Serve para as saladas e muitos outros temperos, como sopas, caldos, pizzas, arroz. peixe, etc

Envie outras sugestões para casadosal@gmail.com

Colóquio de encerramento do Curso de Salinicultura de Rio Maior | Auditório da Biblioteca | 3 de Setembro de 2011





 Em primeiro plano: dois jovens salineiros  de Rio Maior muito promissores
Em segundo plano: formandos e formandas do Curso  de Salinicultura

Mesa do Colóquio
Da esquerda para a direita:
Ricardo Tavares, mediador do Curso EFAB3 - Operador de Salinas Tradicionais
José João Rodrigues, formador  de Salinicultura
Júlio Ricardo, direcção da Cooperativa Terra Chã
Renato Neves, coordenador do  Projecto Interreg Ecosal Atlantis 

Livro, elaborado pelos formandos e formandos do Curso EFA - Salinicultura,
lançado no Colóquio de encerramento



Fotografias do Curso EFA B3 - Salinicultura
Curso Salinicultura Rio Maior

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Encontro Eco-Aldeias na Galiza: Oficina de Fornos Solares com o Prof Celestino Ruivo



  
Oficina de Cozinha Solar com o Prof Celestino Ruivo






  Pão com salicórnia
 Pão com salicórnia
 Pão e tomate com salicórnia

 Pizza com salicórnia e sarcocórnia

 Pizza com salicórnia e sarcocórnia

 Pizza com salicórnia e sarcocórnia

 Pizza com salicórnia e sarcocórnia

Círculo do Enconto Eco-aldeias