sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Celestino Ruivo a recolher Salicórnia na Salina Eiras Largas

Celestino Ruivo, reconhecem? Aquele grande divulgador, investigador e criativo dos Fornos Solares em Portugal, que já esteve na Salina Eiras da Casa do Sal a dinamizar uma Oficina de Fornos Solares?
Desta vez foi à salina Eiras Largas, com a família e amigos recolher Salicórnia.

Quem sabe se ele nos vai presentear com uma receita de salicórnia cozinhada em Forno Solar?
( aqui estão os pratos: Broa com Salicórnia; Polvo cozido em Forno Solar com Salicórnia)

Apresentamos as fotos tiradas da sua passagem pela salina Eiras Largas. Foram tiradas por eles e pelos seus acompanhantes. O pequeno vídeo também é dele.

Duas curiosidades:
- Sabiam que o Celestino Ruivo é do Paião, uma Freguesia da Figueira da Foz, que fica perto da Salina Eiras Largas?
- E que o sogro cultiva arroz no Baixo Mondego e que vai disponibilizar para o Agricabaz arroz descascado numa azenha perto do Mosteiro de Seiça? O AgriCabaz aceita pedidos deste arroz carolino.










video

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Recolha e degustação de Salicórnia no Ecomuseu do Sal da Figueira da Foz | 15 de Agosto de 2008


Jörg Helms a degustar uma Tapa Eiras Largas, enriquecida com salicórnia fresca e Queijo da Queijaria do Jorumelo de Legacão (Rabaçal).



José João Rodrigues (Salina Eiras Largas), Jörg Helms (Escola do Riso), Sónia Pinto (Câmara da Figueira da Foz) após recolha de salicórnia na Salina do Ecomuseu do Sal da Figueira da da Foz.

As vantagens da salicórnia numa reportagem da Globo Repórter

Uma terra de contrastes, com ilhas, mar, águas quentes e até neve. Assim é Santa Catarina. Mas a equipe do Globo Repórter seguiu a rota de uma outra riqueza, um tesouro guardado em Itajaí, a 90 quilômetros de Florianópolis. Nossos repórteres entraram no que os pesquisadores chamam de Banco de Germoplasma. O nome parece complicado. Só parece, porque o banco é mesmo uma enorme horta de plantas medicinais, uma farmácia viva.

Na área de 5 mil metros quadrados, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) mantém mais de mil espécies de plantas.



"Na verdade, nós temos um arsenal de plantas que poderão tratar pelo menos umas 200 doenças que o ser humano já conhece, justamente porque o número de espécies é grande e cada espécie tem várias atividades diferentes", diz Amaury Jr., engenheiro agrônomo da Epagri.

E nesse arsenal tem novidades para os hipertensos, portadores de doenças cardíacas e renais. Está saindo do forno a pesquisa que pode revolucionar os hábitos alimentares e a saúde do brasileiro. Galhinhos secos, depois de triturados, se transformam em um pó. São de uma planta que pode substituir o sal de cozinha.

Amaury Jr. Diz que o pó pode ser usado como sal na comida. "A planta tem um sabor salgado suave, que não causa problemas, com todas as vantagens de um sal light. É salgado na dose adequada, para não causar nenhum problema à saúde do ser humano e com todas as vantagens que o sal poderia ter em termos de micronutrientes e outros componentes", explica o pesquisador.

Vantagens do sal verde que os pesquisadores já têm confirmação científica.

"As principais atividades da planta são ação antioxidante, imunoestimulante, protetora de tumores, diurética e repositora eletrolítica. Seria totalmente benéfico substituir esse produto pelo sal porque a pessoa ganha em saúde. Ela não vai ter tanto problema de hipertensão arterial. Ao mesmo tempo, a planta evita o envelhecimento precoce das células. O sal comum leva as pessoas a terem um envelhecimento mais precoce de células", ressalta Amaury Jr.

Esse novo sal nasce, literalmente, da terra. Uma planta rara encontrada por acaso, perto de área de mangue em Santa Catarina. Uma das responsáveis pela descoberta é a produtora de ervas Cecília Cipriano Osaida, a Ciça, que observa a natureza sempre com muita curiosidade.

"Nós levamos essa planta para ver do que se tratava e descobrimos que era a erva de sal, a salicornia", conta Ciça.

Foi uma surpresa. O incrível é que a erva é da família da beterraba e absorve o sal do mar, que está logo ali.

"Essa planta é famosa na Europa. Nós não fazíamos nem idéia de que tínhamos essa planta no nosso litoral", diz Ciça.

O grande desafio agora é saber como ela pode ser produzida em quantidade para chegar à mesa do consumidor. Uma prova das infinitas possibilidades das plantas brasileiras.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Molhos para as Tapas Eiras Largas

Receita:

- Escolher uma pequena porção de Sal para Grelhados com ou sem picante da Casa do sal da Figueira da Foz;

- Misturar com uma porção de bom azeite;

- Barrar fatias de pão de centeio, ou mistura , com este molho.


Sugestão:

Estas Tapas Eiras Largas podem ser apresentadas como entrada ou integrando um lanche.

Molhos para as Tapas Eiras Largas
Foto: Casa do Sal da Figueira da Foz

A base dos molhos para as Tapas Eiras Largas: Sal para Grelhados, com e sem picante,
da Casa do Sal da Figueira da Foz

Foto: Maria João Tomás

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Tremoços biológicos cozidos com o Sal para Grelhados | Casa do Sal


Numa parceria com a D. Preciosa de Casal de Stº Amaro, Penacova, estão disponíveis na Mostra de Produtos das Salinas no Museu do Sal da Figueira da Foz, a partir do dia 13 de Agosto, tremoços de Agricultura Biológica, temperados com o Sal para grelhados | Casa do Sal. Sendo a primeira vez que fazemos esta experiência, vamos tentar que os sabores do Sal para Grelhados |Casa do Sal penetrem no tremoço conferindo os sabores. Se assim acontecer este tremoço será melhor para a saúde uma vez que evita a colocação de sal depois de cozido.
Vamos experimentar o resultado!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

The old man who farms with the sea: salicórnia

Clique para ler a notícia
Fonte:

Cultivo de Salicórnia: Global Seawater

Clique para consultar o site da Global Seawater

Salicórnia

Não percebemos a lingua, mas falam de salicórnia:

Agente de Desenvolvimento, da Serra para o Mar


Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Durante o mês de Agosto o Museu do Sal da Figueira da Foz vai apresentar aos visitantes os produtos das Salinas da Figueira da Foz. Esta Mostra resulta de uma parceria entre a Câmara da Figueira da Foz e a Salina Eiras Largas, localizada em Lavos.
O impulsionador e dinamizador da Salina, é José João Rodrigues, que é também proprietário da loja Agricabaz em Coimbra, e foi durante vários anos Agente de Desenvolvimento em Seia, Gouveia e Oliveira do Hospital.
Pode por isso dizer-se que o Zé João trocou a Serra pelo Mar e quem ficou a perder foi a Serra.
Mais informações sobre as iniciativas agora desenvolvidas pelo Zé, mais perto do Mondego, podem ler-se em: http://casadosal-eiraslargas.blogspot.com/